
Passaste uma semana a fugir de mim, a evitar olhar-me nos olhos mas eu sabia que havias de voltar…
Soube quanto de apanhei com esse olhar guloso a ver me a dançar na discoteca.. o teu ar zangado contigo próprio por não poderes simplesmente ir buscar o que tanto querias…
Irritada com o teu silencio, piquei-te ainda mais toda a noite, fazia questão de passar bem perto de ti, ao de leve dizendo apenas um “com licença” e tu ficavas em brasa…
No final da noite segredaste-me ao ouvido sem ninguém notar, “preciso falar contigo” eu nem respondi, tinha ganho a batalha daquela noite.
No dia seguinte uma mensagem curta e grossa, “queres falar? Vem ter comigo agora”
Ainda tentaste evitar, tinhas compromissos, não me importa, desmarca, adia faz o que tu quiseres, ou é agora ou nunca.
E vieste, bem ensinado que estás. Desatou a desbobinar aquelas desculpas que não me interessavam ouvir, o porquê do silencio o porquê da indecisão, não quer saber, só quero sentir…só um pouco…resisti tocar-te, resisti enquanto falavas e explicavas o que simplesmente não tem explicação, tu queres-me, não podes, não deves mas queres e não há nada nem ninguém que consiga tirar-te da cabeça o quanto me queres tocar… mas és demasiado orgulhoso…
Então fica com o teu orgulho fica, porque depois de uma semana de silêncio, a prova que não te sou indiferente faz-me esperar pela altura certa…
Mas à despedida tu não resistes, exactamente como da outra vez, é a porta que me agarras e me pões contra a parede, beijas-me passas a mão na cara como a certificares-te que era real, sentes o meu cheiro passas a mão no meu corpo e apertas-me com medo que eu fuja, mas eu não fujo, devia… mas não fujo, porque era tudo o que eu queria…
Entre beijos e toques murmuras que tens que ir, que te esperam, o telemóvel toca mas eu ignoro, “tenho mesmo que ir”, “ então vai” mas não parava de me tocar não parava de me agarrar, tive que o expulsar, eu não queria ele também não…
Ficou a promessa vaga do eu ligo-te.
Não importa, eu sei que me queres…agora que te tenho…vai ser quando eu quiser....
Soube quanto de apanhei com esse olhar guloso a ver me a dançar na discoteca.. o teu ar zangado contigo próprio por não poderes simplesmente ir buscar o que tanto querias…
Irritada com o teu silencio, piquei-te ainda mais toda a noite, fazia questão de passar bem perto de ti, ao de leve dizendo apenas um “com licença” e tu ficavas em brasa…
No final da noite segredaste-me ao ouvido sem ninguém notar, “preciso falar contigo” eu nem respondi, tinha ganho a batalha daquela noite.
No dia seguinte uma mensagem curta e grossa, “queres falar? Vem ter comigo agora”
Ainda tentaste evitar, tinhas compromissos, não me importa, desmarca, adia faz o que tu quiseres, ou é agora ou nunca.
E vieste, bem ensinado que estás. Desatou a desbobinar aquelas desculpas que não me interessavam ouvir, o porquê do silencio o porquê da indecisão, não quer saber, só quero sentir…só um pouco…resisti tocar-te, resisti enquanto falavas e explicavas o que simplesmente não tem explicação, tu queres-me, não podes, não deves mas queres e não há nada nem ninguém que consiga tirar-te da cabeça o quanto me queres tocar… mas és demasiado orgulhoso…
Então fica com o teu orgulho fica, porque depois de uma semana de silêncio, a prova que não te sou indiferente faz-me esperar pela altura certa…
Mas à despedida tu não resistes, exactamente como da outra vez, é a porta que me agarras e me pões contra a parede, beijas-me passas a mão na cara como a certificares-te que era real, sentes o meu cheiro passas a mão no meu corpo e apertas-me com medo que eu fuja, mas eu não fujo, devia… mas não fujo, porque era tudo o que eu queria…
Entre beijos e toques murmuras que tens que ir, que te esperam, o telemóvel toca mas eu ignoro, “tenho mesmo que ir”, “ então vai” mas não parava de me tocar não parava de me agarrar, tive que o expulsar, eu não queria ele também não…
Ficou a promessa vaga do eu ligo-te.
Não importa, eu sei que me queres…agora que te tenho…vai ser quando eu quiser....
Um comentário:
Lindo!
Postar um comentário