" Os Homens Não Valem nem a Mangueira que Carregam...!"
Momento de inspiração porporcionada pela "Je" numa noite estrelada dentro de um carro com a R. acompanhadas por uma garrafa de Votka pessego.
ps. Atençao tem direitos de autor
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Alcunhas
Eu e a minha R. temos um género de código para falar de homens sem sermos detectadas, ou pelo menos sem identificar ninguém, o código do mais simples que há passa apenas por dar alcunhas k só nos percebemos o significado e que não tem kk referencia à pessoa em si. Essas alcunhas passam por algo que tenha acontecido e que nos tenhamos automaticamente associado a essa pessoa mesmo que pareça a coisa mais inconsistente que há, ou uma característica singular que nos cativou.
Essas alcunhas passam por exemplo por… puto trocos covinhas pónei tenrinho etc.
Como eu não acho particularmente piada atribuir letras a pessoas, vou passar a trata-los pelas nossas alcunhas, mesmo não podendo explicar o porque de alguma delas.
À sua maneira torna-se mais personalizado e mais fácil também para mim.
Sendo assim passo a apresentar os que ate hoje já referenciei aqui. O Senhor G é um Gerente, tal como o nome indica é a sua profissão e o Senhor B é o Pónei pura e simplesmente porque na semana que me preparava para o encontro inevitável a somar à minha criada obsessão pelo senhor, a R. (tenho que arranjar uma alcunha para ela também) para me preparar diz-me “quando o vires pensa em Póneis e Borboletas” e no meio da risada do pensamento tão ridículo lá ficou pónei (achei que borboleta ficaria gay demais não?).
Dentro do possível vou tentando explicar estas contorcidas mentes perversas para alcunhas e situações tão insólitas mas aviso desde já que não vai ser nada fácil….
Essas alcunhas passam por exemplo por… puto trocos covinhas pónei tenrinho etc.
Como eu não acho particularmente piada atribuir letras a pessoas, vou passar a trata-los pelas nossas alcunhas, mesmo não podendo explicar o porque de alguma delas.
À sua maneira torna-se mais personalizado e mais fácil também para mim.
Sendo assim passo a apresentar os que ate hoje já referenciei aqui. O Senhor G é um Gerente, tal como o nome indica é a sua profissão e o Senhor B é o Pónei pura e simplesmente porque na semana que me preparava para o encontro inevitável a somar à minha criada obsessão pelo senhor, a R. (tenho que arranjar uma alcunha para ela também) para me preparar diz-me “quando o vires pensa em Póneis e Borboletas” e no meio da risada do pensamento tão ridículo lá ficou pónei (achei que borboleta ficaria gay demais não?).
Dentro do possível vou tentando explicar estas contorcidas mentes perversas para alcunhas e situações tão insólitas mas aviso desde já que não vai ser nada fácil….
Senhor B # 02

Passaste uma semana a fugir de mim, a evitar olhar-me nos olhos mas eu sabia que havias de voltar…
Soube quanto de apanhei com esse olhar guloso a ver me a dançar na discoteca.. o teu ar zangado contigo próprio por não poderes simplesmente ir buscar o que tanto querias…
Irritada com o teu silencio, piquei-te ainda mais toda a noite, fazia questão de passar bem perto de ti, ao de leve dizendo apenas um “com licença” e tu ficavas em brasa…
No final da noite segredaste-me ao ouvido sem ninguém notar, “preciso falar contigo” eu nem respondi, tinha ganho a batalha daquela noite.
No dia seguinte uma mensagem curta e grossa, “queres falar? Vem ter comigo agora”
Ainda tentaste evitar, tinhas compromissos, não me importa, desmarca, adia faz o que tu quiseres, ou é agora ou nunca.
E vieste, bem ensinado que estás. Desatou a desbobinar aquelas desculpas que não me interessavam ouvir, o porquê do silencio o porquê da indecisão, não quer saber, só quero sentir…só um pouco…resisti tocar-te, resisti enquanto falavas e explicavas o que simplesmente não tem explicação, tu queres-me, não podes, não deves mas queres e não há nada nem ninguém que consiga tirar-te da cabeça o quanto me queres tocar… mas és demasiado orgulhoso…
Então fica com o teu orgulho fica, porque depois de uma semana de silêncio, a prova que não te sou indiferente faz-me esperar pela altura certa…
Mas à despedida tu não resistes, exactamente como da outra vez, é a porta que me agarras e me pões contra a parede, beijas-me passas a mão na cara como a certificares-te que era real, sentes o meu cheiro passas a mão no meu corpo e apertas-me com medo que eu fuja, mas eu não fujo, devia… mas não fujo, porque era tudo o que eu queria…
Entre beijos e toques murmuras que tens que ir, que te esperam, o telemóvel toca mas eu ignoro, “tenho mesmo que ir”, “ então vai” mas não parava de me tocar não parava de me agarrar, tive que o expulsar, eu não queria ele também não…
Ficou a promessa vaga do eu ligo-te.
Não importa, eu sei que me queres…agora que te tenho…vai ser quando eu quiser....
Soube quanto de apanhei com esse olhar guloso a ver me a dançar na discoteca.. o teu ar zangado contigo próprio por não poderes simplesmente ir buscar o que tanto querias…
Irritada com o teu silencio, piquei-te ainda mais toda a noite, fazia questão de passar bem perto de ti, ao de leve dizendo apenas um “com licença” e tu ficavas em brasa…
No final da noite segredaste-me ao ouvido sem ninguém notar, “preciso falar contigo” eu nem respondi, tinha ganho a batalha daquela noite.
No dia seguinte uma mensagem curta e grossa, “queres falar? Vem ter comigo agora”
Ainda tentaste evitar, tinhas compromissos, não me importa, desmarca, adia faz o que tu quiseres, ou é agora ou nunca.
E vieste, bem ensinado que estás. Desatou a desbobinar aquelas desculpas que não me interessavam ouvir, o porquê do silencio o porquê da indecisão, não quer saber, só quero sentir…só um pouco…resisti tocar-te, resisti enquanto falavas e explicavas o que simplesmente não tem explicação, tu queres-me, não podes, não deves mas queres e não há nada nem ninguém que consiga tirar-te da cabeça o quanto me queres tocar… mas és demasiado orgulhoso…
Então fica com o teu orgulho fica, porque depois de uma semana de silêncio, a prova que não te sou indiferente faz-me esperar pela altura certa…
Mas à despedida tu não resistes, exactamente como da outra vez, é a porta que me agarras e me pões contra a parede, beijas-me passas a mão na cara como a certificares-te que era real, sentes o meu cheiro passas a mão no meu corpo e apertas-me com medo que eu fuja, mas eu não fujo, devia… mas não fujo, porque era tudo o que eu queria…
Entre beijos e toques murmuras que tens que ir, que te esperam, o telemóvel toca mas eu ignoro, “tenho mesmo que ir”, “ então vai” mas não parava de me tocar não parava de me agarrar, tive que o expulsar, eu não queria ele também não…
Ficou a promessa vaga do eu ligo-te.
Não importa, eu sei que me queres…agora que te tenho…vai ser quando eu quiser....
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Senhor B # 01

Tal como o Neo disse e muito bem, um homem nunca pode demonstrar a uma mulher que está a sua disposição, e eu digo porquê, a mulher em geral e eu em particular gosta de desafio de proibido, e um homem demasiado disponível acaba sempre por perder o interesse.. é giro é interessante mas acabasse por arrumar na gaveta e retirar apenas em momentos de desespero. É a verdade dura e crua mas é mesmo assim.
E estou a contar-vos isto porquê, porque acabei de descobrir o meu calcanhar de Aquiles… um homem proibido… coisa mais proibida não pode haver..e isso só o torna mais desesperadamente necessário.
Estou-vos a falar do senhor B. grandíssimo amigo de quem não devia e consequentemente o fruto mais proibido que poderia haver….
Esta pancada começou há muito, desde que aqueles sonhos eróticos me assaltaram o sono e me acordaram completamente molhada e desesperada… mas porque? Porque ele? Nunca na vida, totalmente impossível! Mas os malditos sonhos não me largavam e cada vez mais quentes mais explícitos mais enigmáticos. Eu bem que tentava olhar para ele de uma maneira normal mas como a R. dizia eu comia-o literalmente com os olhos, e nunca percebi porque… o rapaz não é nenhum Brad Pitt mas tem algo de especial, algo que cativa que chama…para além do proibido claro…
Sempre imaginei que seria uma “queca platónica” como eu lhe chamo pois sempre pensei que esta atracção animal existia só de um lado..mas acho que me enganei…
Sábado noitada com a R. não falha, é loucura a noite toda…começamos num barzinho amigo e acabamos na discoteca…já alcoolicamente bem dispostas ( sim não é bêbadas !!) e sempre para brincadeira a coisa já de si começou a aquecer… toques sorrisos e muito encalho apenas lhe disse que so faltava nos comer-mos em pleno bar. O que realmente não faltou muito e deu-me uma tesão descumunal. Depois discoteca..quem encontramos? O senhor G ! Claro que quando nos vê as duas juntas quase que aposto que ficou de pau feito…e com as nossas provocações então…ui coitadinho do rapaz so de nos ver subiu à Lua…
Mas não era ele que eu queria... e quando olho para o lado o B. entra…pronto tudo estragado só dizia à R. eu quero aquele homem!
Fomos dançar curtir, e como é normal paramos a pista temos uma maneira muito provocatória de chamar a atenção e no nosso estado então…só faltava uma cama!
Tentamos chamar o B. para ao pé de nós, ele no meio das duas de certeza que o havia de por louco mas deu para envergonhado e não houve maneira de o meter no meio da pista…
Entretanto começou a nossa volta a dizer que já tínhamos bebido de mais (ou melhor eu já tinha) e que não me deixava beber mais, virou guarda costas de um instante para o outro, eu virava costas picava-o e ele puxava-me para perto disse que não me deixava pegar no carro que me levava a casa…
Ai levas? Então é já!
E levou mesmo…deixamos a R. em casa e foi me levar à minha…disse que não me queria deixar sozinha assim e fazia questão de me deixar segura…
Não percebendo ele que a única coisa que eu não queria naquele momento era segurança…
Não me controlava fazia tudo para lhe tocar para o provocar e notava-se tão bem o esforço dele para se controlar que só me dava ainda mais tesão!
Subimos, abri a porta a custo e na entrada sentei-me logo no puff que estava ali mesmo a jeito por causa das pinturas pela casa…
Esteve ali um tempao a ver se realmente me podia deixar sozinha e eu num momento de completa loucura agarro-me a ele e beijei-o. Ele para…olha..completamente sem reacção…e eu só pensei…oh fodasse já estraguei tudo…senão quando me agarra me beija com mais fome ainda como se descarrega-se toda aquela frustração que o fiz acumular a noite toda…!
Deitamo-nos no puff ,beija-me toca-me agarra-me como eu adoro..com força com determinação… der repente levanta-se afasta-se como tendo noção do que estava a fazer… a tesão e o álcool põe-me as reservas todas para traz das costas, eu levanto-me e encontro-me a parede… roço-me excito-o sinto-o a crescer fico fora de mim…
Mas ele afasta-se de novo…diz que é melhor não…que eu não estou bem e me vou arrepender…
Oh meu deus eu estou óptima e é o que eu mais quero naquele instante é que ele me agarra, me coma como se fosse a ultima coisa a fazer na vida dele…
Mas nada o detêm…vai-se embora e deixa-me naquela tesão molhada suplicante…
No dia seguinte foi “a conversa” aquela conversa que eu odeio, de ter a necessidade de desfragmentar sentimentos atracão, loucura em meras palavras que só leva a explicar uma coisa que simplesmente não tem explicação…
Aconteceu sim, mas não volta acontecer..somos amigos, não podemos, o álcool ajudou..nao devemos..dás cabo de mim…mas não posso..sabes porquê…
Oh meu deus porquê que a vida é tão injusta?
Aqui estou eu molhada desejante e com aquele homem que não me sai da cabeça…dia e noite…porque não posso ter.. porque é um desafio uma impossibilidade e isso só me faz quere-lo mais…
O que tenho que fazer para ter aquele homem de novo?
E estou a contar-vos isto porquê, porque acabei de descobrir o meu calcanhar de Aquiles… um homem proibido… coisa mais proibida não pode haver..e isso só o torna mais desesperadamente necessário.
Estou-vos a falar do senhor B. grandíssimo amigo de quem não devia e consequentemente o fruto mais proibido que poderia haver….
Esta pancada começou há muito, desde que aqueles sonhos eróticos me assaltaram o sono e me acordaram completamente molhada e desesperada… mas porque? Porque ele? Nunca na vida, totalmente impossível! Mas os malditos sonhos não me largavam e cada vez mais quentes mais explícitos mais enigmáticos. Eu bem que tentava olhar para ele de uma maneira normal mas como a R. dizia eu comia-o literalmente com os olhos, e nunca percebi porque… o rapaz não é nenhum Brad Pitt mas tem algo de especial, algo que cativa que chama…para além do proibido claro…
Sempre imaginei que seria uma “queca platónica” como eu lhe chamo pois sempre pensei que esta atracção animal existia só de um lado..mas acho que me enganei…
Sábado noitada com a R. não falha, é loucura a noite toda…começamos num barzinho amigo e acabamos na discoteca…já alcoolicamente bem dispostas ( sim não é bêbadas !!) e sempre para brincadeira a coisa já de si começou a aquecer… toques sorrisos e muito encalho apenas lhe disse que so faltava nos comer-mos em pleno bar. O que realmente não faltou muito e deu-me uma tesão descumunal. Depois discoteca..quem encontramos? O senhor G ! Claro que quando nos vê as duas juntas quase que aposto que ficou de pau feito…e com as nossas provocações então…ui coitadinho do rapaz so de nos ver subiu à Lua…
Mas não era ele que eu queria... e quando olho para o lado o B. entra…pronto tudo estragado só dizia à R. eu quero aquele homem!
Fomos dançar curtir, e como é normal paramos a pista temos uma maneira muito provocatória de chamar a atenção e no nosso estado então…só faltava uma cama!
Tentamos chamar o B. para ao pé de nós, ele no meio das duas de certeza que o havia de por louco mas deu para envergonhado e não houve maneira de o meter no meio da pista…
Entretanto começou a nossa volta a dizer que já tínhamos bebido de mais (ou melhor eu já tinha) e que não me deixava beber mais, virou guarda costas de um instante para o outro, eu virava costas picava-o e ele puxava-me para perto disse que não me deixava pegar no carro que me levava a casa…
Ai levas? Então é já!
E levou mesmo…deixamos a R. em casa e foi me levar à minha…disse que não me queria deixar sozinha assim e fazia questão de me deixar segura…
Não percebendo ele que a única coisa que eu não queria naquele momento era segurança…
Não me controlava fazia tudo para lhe tocar para o provocar e notava-se tão bem o esforço dele para se controlar que só me dava ainda mais tesão!
Subimos, abri a porta a custo e na entrada sentei-me logo no puff que estava ali mesmo a jeito por causa das pinturas pela casa…
Esteve ali um tempao a ver se realmente me podia deixar sozinha e eu num momento de completa loucura agarro-me a ele e beijei-o. Ele para…olha..completamente sem reacção…e eu só pensei…oh fodasse já estraguei tudo…senão quando me agarra me beija com mais fome ainda como se descarrega-se toda aquela frustração que o fiz acumular a noite toda…!
Deitamo-nos no puff ,beija-me toca-me agarra-me como eu adoro..com força com determinação… der repente levanta-se afasta-se como tendo noção do que estava a fazer… a tesão e o álcool põe-me as reservas todas para traz das costas, eu levanto-me e encontro-me a parede… roço-me excito-o sinto-o a crescer fico fora de mim…
Mas ele afasta-se de novo…diz que é melhor não…que eu não estou bem e me vou arrepender…
Oh meu deus eu estou óptima e é o que eu mais quero naquele instante é que ele me agarra, me coma como se fosse a ultima coisa a fazer na vida dele…
Mas nada o detêm…vai-se embora e deixa-me naquela tesão molhada suplicante…
No dia seguinte foi “a conversa” aquela conversa que eu odeio, de ter a necessidade de desfragmentar sentimentos atracão, loucura em meras palavras que só leva a explicar uma coisa que simplesmente não tem explicação…
Aconteceu sim, mas não volta acontecer..somos amigos, não podemos, o álcool ajudou..nao devemos..dás cabo de mim…mas não posso..sabes porquê…
Oh meu deus porquê que a vida é tão injusta?
Aqui estou eu molhada desejante e com aquele homem que não me sai da cabeça…dia e noite…porque não posso ter.. porque é um desafio uma impossibilidade e isso só me faz quere-lo mais…
O que tenho que fazer para ter aquele homem de novo?
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